Quem visitar hoje, em que ordem e em que janela. O roteiro nasce da frequência de cada cliente e da geografia, não da memória de quem está na rua.
Os clientes do dia na sequência de deslocamento, com endereço conferido e tempo estimado entre paradas.
Semanal, quinzenal, mensal: cada cliente tem a sua, e quem está atrasado sobe no roteiro.
Horário em que o cliente recebe, dia que não recebe, quem precisa de agendamento, tudo entra no planejamento.
O que foi previsto para o dia e o que realmente aconteceu, lado a lado.
O cálculo que todo mundo faz é de combustível. O caro mesmo é outro: cada hora a mais no trânsito é uma visita que não aconteceu, e a conta do mês fecha com menos clientes atendidos, sem ninguém conseguir apontar onde se perdeu.
Quando o roteiro sai do sistema e não do caderno, a rota deixa de depender de quem conhece melhor a cidade, e a frequência prometida ao cliente passa a ser cumprida porque está no plano do dia.
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